sábado, 12 de novembro de 2011

GLOBALIZAÇÃO - THOMAS FRIEDMAN E PARAG KHANNA

Livros sobre a GLOBALIZAÇÃO existem aos montes nas livrarias, mas o que difere da sua qualidade é o seu autor, desde a sua capacitação e conhecimento profundo da matéria em questão; como a essência e sua complexidade no que difere as suas culturas seculares e as existentes na atualidade, estas envolvidas historicamente por nacionalismos, autoritarismos, democracias, interesses econômicos, sociais e diferenças demográficas que também são extremamente relevantes para com a sua definição histórica.
Estudá-las afinco é a essência de um entendimento geopolítico, sendo que nações estiveram inseridas até o século XX, em um mundo menos veloz do que na atualidade.

A revolução tecnológica de informação é responsável pela conectividade de um mito de prosperidade, ou seja, a DEMOCRACIA que se sobrepõe ao socialismo e comunismo falidos pela queda da antiga União Soviética e seu mito voltado ao idealismo marxista, conduzido por um Estado inchado e corrupto, onde mostra que o poder deve ser vigiado de perto pelo seu povo, sem amarras à liberdade de expressão...

Campeões no tema em minha opinião são os livros de Thomas L. Friedman (O Mundo é Plano e Lexus e Oliveira) e Parag Khanna (O Segundo Mundo).

2 comentários:

  1. Parag Khanna, em seu histórico livro sobre a globalização, foi quem simbolizou os países emergentes como aqueles que fazem parte do segundo mundo.

    Países que estão em processo de transição para o primeiro mundo e que não fazem mais parte do terceiro mundo, devido o seu crescimento (PIB), atualmente acima dos países desenvolvidos.

    No Segundo Mundo, os BRICS fazem parte deste seleto grupo, onde o autor descreve o Brasil, como um dos países a atingirem com maior facilidade o título de país desenvolvido devido a sua similaridade (cultural) com os mesmos, salvo as suas amarras de corrupção e má gestão ...

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  2. Thomas Friedman, reflete sobre duas datas das últimas década passada, que são 9/11 e 11/09, a primeira que simboliza a derrubada do muro de Berlim Oriental e Ocidental, abrindo a janela do mundo para a democratização e a liberdade de expressão, a segunda data simboliza o fechamento da janela, erguendo novas invisíveis muralhas de concreto entre povos, com o terrorismo na sombra de tudo e de todos ...

    Pequenos grupos, atuando como células do mal, são capazes de atingir povos e ou um Estado através de ameaças e terror generalizado, que devem ser combatidos através de inteligência e controle das fronteiras, que infelizmente nos faz pensar o quanto estamos vulneráveis a facções fundamentalistas...

    Males e Benesses no mundo plano;
    A maldição do petróleo como única fonte principal de riqueza de um Estado, faz com que ditadores perpetuam-se no poder, cada vez mais centralizadores, diminuindo e aniquilando a sua criatividade, como investimentos em educação , possibilidade de uma abertura econômica voltada ao mundo plano globalizado , para que seu povo não seja mitigado pela ignorância, e foco no poder perpétuo.
    Difícil é lutar com os interesses corporativos, mas substituí-los por energia sustentável é a única alternativa verdadeiramente factível a médio e longo prazo.

    Mudanças são factíveis quando o mercado assim exige, ou seja, quando há necessidade por falta de recursos ou mesmo quando as instituições e ou empresas passam a ser exemplos de criatividade, isto faz a diferença, por exemplo Apple, Microsoft, Dell e muito outras empresas multinacionais foram capazes de mudar velhos paradigmas para com novos conceitos a serem seguidos por uma grande massa de consumidores globais , isto é exemplo de um mundo plano sem fronteiras ...

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